Quando uma mulher de 65 anos entrou em uma clínica médica na Coreia do Sul queixando-se de dores articulares crônicas e debilitantes, os médicos esperavam encontrar os marcadores típicos de uma doença degenerativa de longa duração. Eles previam o estreitamento do espaço articular, os característicos osteófitos (esporões ósseos) e a perda de cartilagem que definem uma vida com osteoartrite. No entanto, no momento em que o filme de raio-X foi revelado, a equipe médica se deparou com uma visão que desafiava a experiência clínica convencional. Centenas de minúsculas agulhas de ouro, finas
como fios de cabelo, meticulosamente inseridas no tecido mole e nos músculos ao redor dos joelhos, encaravam-nos da tela brilhante. Não se tratava de uma lesão repentina ou um acidente fortuito; era o mapa físico de uma longa batalha contra a dor, que levara a paciente a buscar uma forma extrema de alívio alternativo.